Nós da Chapa 1 – Primavera nos Dentes, acreditamos que a Universidade tem um grande papel no direcionamento dos rumos da sociedade, seja por ser ela a responsável em formar as e os profissonais da sociedade ou por ser um ambiente propício a organização das transformações e mudanças sociais de emancipação das sociedades.
Por isso acreditamos que esse ambiente que construímos e compartilhamos todos os dias, deve cada vez mais apontar para um horizonte que seja modelo de desenvolvimento, que respeite nosso meio ambiental, nossas diferenças, que forme cidadãos que enxergue a diversidade como um valor fundamental de uma sociedade democrática e não um problema a ser combatido.
Ainda hoje nos deparamos com uma Universidade bem diferente da que desejamos. Porém é possível acreditarmos que através de uma ampla articulação com os diversos movimentos sociais podemos cada vez mais trazer os principios de uma Educação Democrática e Popular para UFBA, capaz de dialogar os problemas sociais reais aos quais estamos todas e todos sujeitos, tornando nossa universidade um grande pólo de desenvolvimento, que vise não somente as grandes industrias e financiadoras de pesquisa, mas fundamentalmente aqueles e aqueles pertencentes a segmentos historicamente criminalizados e colocados a margem pelo Estado e pela sociedade.
É fundamental o movimento estudantil abrir as portas da Universidade para aqueles e aquelas que, organizados, tenham opinião sobre ela. Tanto para trazer ao estudante diferentes pontos de vistas, que não são veiculados junto a mídia brasileira, como para que esses movimentos possam participar de conselhos superiores e das várias instâncias que definem os rumos na Universidade.
Apoiar e compreender a luta do MST, das Comunidades Quilombolas, Indígenas e das Trabalhadoras e Trabalhadores; garantir que a universidade diálogue com o Movimento de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e Travestis (LGBT), o Movimento Negro, o Movimento de Mulheres Feministas, os Sindicatos e Movimentos de Luta pela Terra, é trazer para dentro da Universidade as demandas reais para formação de indivíduos cada vez mais conscientes das dificuldades sociais que passamos, orgulhosos do povo e da luta no nosso país, atuando como lutadoras\es contra as mais variadas formas de opressão e que os conhecimentos produzidos nas mais diversas áreas como saúde, educação, tecnologia, ciências humanas e naturais estejam concatenados às demandas e necessidades desses movimentos, ou seja, do povo organizado.
Por isso convidamos toda comunidade universitária, especialmente as e os estudantes da UFBA, a participarem das atividades que estamos promovendo com os movimento sociais, buscando ouví-los dentro e fora da Universidade, pois apenas junto com eles conseguiremos quebrar o coro da mídia e da elite burguesa e conservadora, dando cada vez mais passos rumo a uma Universidade verdadeiramente Democrática e Popular!
Por isso acreditamos que esse ambiente que construímos e compartilhamos todos os dias, deve cada vez mais apontar para um horizonte que seja modelo de desenvolvimento, que respeite nosso meio ambiental, nossas diferenças, que forme cidadãos que enxergue a diversidade como um valor fundamental de uma sociedade democrática e não um problema a ser combatido.
Ainda hoje nos deparamos com uma Universidade bem diferente da que desejamos. Porém é possível acreditarmos que através de uma ampla articulação com os diversos movimentos sociais podemos cada vez mais trazer os principios de uma Educação Democrática e Popular para UFBA, capaz de dialogar os problemas sociais reais aos quais estamos todas e todos sujeitos, tornando nossa universidade um grande pólo de desenvolvimento, que vise não somente as grandes industrias e financiadoras de pesquisa, mas fundamentalmente aqueles e aqueles pertencentes a segmentos historicamente criminalizados e colocados a margem pelo Estado e pela sociedade.
É fundamental o movimento estudantil abrir as portas da Universidade para aqueles e aquelas que, organizados, tenham opinião sobre ela. Tanto para trazer ao estudante diferentes pontos de vistas, que não são veiculados junto a mídia brasileira, como para que esses movimentos possam participar de conselhos superiores e das várias instâncias que definem os rumos na Universidade.
Apoiar e compreender a luta do MST, das Comunidades Quilombolas, Indígenas e das Trabalhadoras e Trabalhadores; garantir que a universidade diálogue com o Movimento de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e Travestis (LGBT), o Movimento Negro, o Movimento de Mulheres Feministas, os Sindicatos e Movimentos de Luta pela Terra, é trazer para dentro da Universidade as demandas reais para formação de indivíduos cada vez mais conscientes das dificuldades sociais que passamos, orgulhosos do povo e da luta no nosso país, atuando como lutadoras\es contra as mais variadas formas de opressão e que os conhecimentos produzidos nas mais diversas áreas como saúde, educação, tecnologia, ciências humanas e naturais estejam concatenados às demandas e necessidades desses movimentos, ou seja, do povo organizado.
Por isso convidamos toda comunidade universitária, especialmente as e os estudantes da UFBA, a participarem das atividades que estamos promovendo com os movimento sociais, buscando ouví-los dentro e fora da Universidade, pois apenas junto com eles conseguiremos quebrar o coro da mídia e da elite burguesa e conservadora, dando cada vez mais passos rumo a uma Universidade verdadeiramente Democrática e Popular!
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